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Marcas do Tempo, uma exposição realmente marcante!

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Vocês sabem como é ter amigos que topam suas loucuras? Pois é! Eu tenho 7! Somos o grupo "A Infinita Arte" e convido você leitor a passer pelas nossas obras no site do grupo:  https://www.ainfinitaarte.com.br/ Nos formamos juntos, nos distanciamos e nos reencontramos, com sentimentos de carinho, amizade e amor a arte, seguimos transformando nossas vidas e a vida dos outros com nossas artes. 

Exposição "Marcas do Tempo"

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Um caos criativo chamado exposição Pra variar, consegui deixar todos os meus amigos em desespero quando contei que participei de um edital e envolvi todos e fomos selecionados para realizar uma exposição em Campo Largo. " Marcas do Tempo", uma exposição comemorativa de 30 anos de formados, três décadas de amizade com muita arte.  A notícia caiu como uma bomba, no melhor sentido possível. Adoro ver todos fervilhando. Primeiro, aquele silêncio de surpresa. Depois, uma enxurrada de mensagens, ideias, palpites e, claro, aquele desespero coletivo que só acontece quando algo grande está prestes a nascer. Organizar uma exposição não é tarefa simples: envolve planejamento, logística, criatividade e, principalmente, coragem. Mas é justamente nesse caos criativo que eu me sinto viva. Cada conversa, cada dúvida e cada risada compartilhada com meus amigos se transformam em combustível para seguirmos em frente. E é claro que a vernissagem teria que ser arrasadora. E foi!!! Sucesso tot...

Participação no livro Sobre Gentes em 2020

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 Tive a honra e o prazer de fazer parte de um livro tão rico de diversidade cultural como "Sobre Gentes".   Confira no link: https://curitibadegraca.com.br/curitibana-e-retratada-em-livro-sobre-artistas-brasileiros/
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Minha participação na exposição resultante da residencia artística da Airez, sob curadoria de Guilherme Zawa. A exposição aconteceu na Micro Galeria em Buenos Aires no mês de março de 2026.  "No meio do caminho tinha um caminho"   Livro da artista e painel. Artografia dos afetos. Os dois trabalhos feitos com café e tinta aquarelados. Com bordados com fio de algodão e folhas de ouro. As inscrições inelegíveis feitas com canetas especiais de tecido Fachada da Micro Galeria - Buenos Aires - Argentina Artista e obra Visto de fora da galeria  
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 Um pouquinho sobre o processo criativo de "Artografia dos Afetos". Meu processo criativo é orientado pela escuta e pela observação sensível do meu próprio cotidiano. A matéria da arte, para mim, está nas relações, nas memórias, nos gestos e nas camadas que compõem o tempo vivido. Pinto como quem costura afetos, como quem tenta traduzir o invisível em cor e forma. Cada tela é um espaço de encontro; entre mim, o mundo e quem a observa. A arte, no meu entendimento, é uma linguagem de resistência e de revelação. Ela nos permite dizer o que não cabe em palavras, acessar o que está silenciado, e imaginar o que ainda não existe. No mundo, a arte tem o papel de abrir frestas: para o sensível, para o diverso, para o humano. Ela não resolve, transforma. Não explica, toca.   E é nesse movimento de abertura que ela nos convida a ver com outros olhos.
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  O trabalho atual de Vivien Zanlorenzi  @artevivienzanlorenzi  , "Artografia dos Afetos", é como um mapa de sentimentos que reúne experiências e emoções de toda uma vida. Nele, busca costurar memórias, gestos e afetos em suportes que dialogam entre si: papel e tecido. Essa união se torna um espaço de encontro, onde a escrita, o traço e a aquarela se entrelaçam às camadas de cor e textura. Em ambos os suportes aplicou folhas de ouro, que funcionam como pontos de luz e respiro, intensificando a dimensão simbólica da obra. Além disso, bordou palavras como saudade e fé, entre outras ligadas aos sentimentos, criando uma tessitura poética que atravessa o trabalho. O livro foi realizado em português e o tecido em espanhol, refletindo as duas línguas dos países onde a obra será exposta. Ao unir papel, tecido, ouro e palavra, Vivien constrói uma cartografia íntima que convida o olhar a percorrer caminhos de afeto e resistência. ️   Guilherme Zawa

Hoje Ontem

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Mãos me fascinam enormemente, acredito que nelas estão toda a história da vida de uma pessoa. Quando olho para as mãos de alguém, principalmente idosos, imagino pelo o que aquelas mãos passaram o que faziam para viver, são vivencias e cicatrizes que não só a alma carrega, mas sim, em especial as mãos. As fotos foram feitas em julho de 1999, um trabalho que estava a espera de um porque, o momento chegou, a passagem para a cianotipia foi feita em 2021. Uma lembrança e homenagem ao hoje e ontem. Ontem agora  Aranha rendeira  tece de novo o nhanduti do sonho  com o mesmo fio de outrora.  A alma se enreda  na teia sutil  de ontem agora.  Helena Kolody  Hoje Ontem  Hoje é o futuro de Ontem  Amanhã é o Ontem de Hoje  Como nossas mãos carregam tantas cicatrizes   Tantas histórias, tantas indas e vindas por lugares,  Corpos e objetos.  Observe-as, e irá sentir o Hoje Ontem das pessoas.  Vivien Zanlorenzi