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Participação no livro Sobre Gentes em 2020

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 Tive a honra e o prazer de fazer parte de um livro tão rico de diversidade cultural como "Sobre Gentes".   Confira no link: https://curitibadegraca.com.br/curitibana-e-retratada-em-livro-sobre-artistas-brasileiros/
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Minha participação na exposição resultante da residencia artística da Airez, sob curadoria de Guilherme Zawa. A exposição aconteceu na Micro Galeria em Buenos Aires no mês de março de 2026.  "No meio do caminho tinha um caminho"   Livro da artista e painel. Artografia dos afetos. Os dois trabalhos feitos com café e tinta aquarelados. Com bordados com fio de algodão e folhas de ouro. As inscrições inelegíveis feitas com canetas especiais de tecido Fachada da Micro Galeria - Buenos Aires - Argentina Artista e obra Visto de fora da galeria  
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 Um pouquinho sobre o processo criativo de "Artografia dos Afetos". Meu processo criativo é orientado pela escuta e pela observação sensível do meu próprio cotidiano. A matéria da arte, para mim, está nas relações, nas memórias, nos gestos e nas camadas que compõem o tempo vivido. Pinto como quem costura afetos, como quem tenta traduzir o invisível em cor e forma. Cada tela é um espaço de encontro; entre mim, o mundo e quem a observa. A arte, no meu entendimento, é uma linguagem de resistência e de revelação. Ela nos permite dizer o que não cabe em palavras, acessar o que está silenciado, e imaginar o que ainda não existe. No mundo, a arte tem o papel de abrir frestas: para o sensível, para o diverso, para o humano. Ela não resolve, transforma. Não explica, toca.   E é nesse movimento de abertura que ela nos convida a ver com outros olhos.
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  O trabalho atual de Vivien Zanlorenzi  @artevivienzanlorenzi  , "Artografia dos Afetos", é como um mapa de sentimentos que reúne experiências e emoções de toda uma vida. Nele, busca costurar memórias, gestos e afetos em suportes que dialogam entre si: papel e tecido. Essa união se torna um espaço de encontro, onde a escrita, o traço e a aquarela se entrelaçam às camadas de cor e textura. Em ambos os suportes aplicou folhas de ouro, que funcionam como pontos de luz e respiro, intensificando a dimensão simbólica da obra. Além disso, bordou palavras como saudade e fé, entre outras ligadas aos sentimentos, criando uma tessitura poética que atravessa o trabalho. O livro foi realizado em português e o tecido em espanhol, refletindo as duas línguas dos países onde a obra será exposta. Ao unir papel, tecido, ouro e palavra, Vivien constrói uma cartografia íntima que convida o olhar a percorrer caminhos de afeto e resistência. ️   Guilherme Zawa