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Mostrando postagens de outubro, 2026

Exposição pós covid - E Agora José? - 2021

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  Ressureicion 40X60 acrílica aquarelada - 2020 Em 2021 participei da exposição “E Agora José?” , realizada no Espaço de Arte Francis Bacon, em Curitiba. Foi uma mostra coletiva que reuniu cerca de 30 obras e trouxe uma reflexão sobre o período da pandemia da Covid-19 — um tempo de perdas, medos e questionamentos que mexeu com todos nós. Junto de artistas como André Dias, Andréa Bertoletti, Carla Nardes, Deise Dias, Elaine Santos e Lisa Panont, explorei o universo abstrato para traduzir sentimentos vividos nesse momento tão delicado. A proposta da exposição foi justamente dar voz às inquietações e, ao mesmo tempo, ressignificar experiências por meio da arte. Como destacou a curadora Deise Dias: “Não sabemos as respostas, mas podemos, através dos nossos olhares, traduzir um pouco destes anseios... podemos ser velozes propagadores de amor, solidariedade, empatia e altruísmo” . Participar dessa mostra foi especial porque reforça o papel da arte como espaço de encontro, cura e reflexã...

Catálogo MAC/PR

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 Meu nome e obra ao lado de tão talentosos artistas no Catálogo Geral de MAC - Curitiba/Pr Orgulho de mim mesma. Rssssss Confira em :  https://www.mac.pr.gov.br/sites/mac/arquivos_restritos/files/documento/2022-06/catalogo_geral_acervo_mac_1.pdf

Revista Desvio - Rio de Janeiro

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  Há algum tempo tive a alegria de ver meu artigo publicado na revista Desvio , edição 21, na página 43 . O texto se chama “Como montar exposições de arte com acessibilidade e eficiência no orçamento” e nasceu da minha experiência de mais de 20 anos junto à Fundação Cultural de Curitiba, promovendo cursos e exposições. No artigo, compartilho reflexões práticas sobre como realizar exposições de arte mesmo com recursos limitados, sem abrir mão da qualidade e da inclusão. Falo sobre expografia, escolha de espaço, público-alvo, acessibilidade e até sobre a viabilidade de exposições virtuais. Como escrevi: “O propósito deste artigo foi elucidar e facilitar a criação de uma exposição de arte acessível, utilizando abordagens do tipo faça você mesmo, maximizando recursos limitados” . Essa publicação mostra que minha atuação não se limita ao campo artístico: também mergulho na pesquisa, buscando conexões e reflexões que ampliam o diálogo entre prática e teoria. Sou artista, sim, mas també...

Sou visto enquanto vejo onde não estou - 2020/2021

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  Em  2020 - 2021 - Participei do projeto  coletivo do Grupo Em-cadeia Sou visto enquanto vejo onde não estou Uma série de janelas posicionadas próximas umas às outras, formando uma estrutura circular, é o que compõe a presente proposta desenvolvida pelo grupo Em-cadeia. Trata-se de um ambiente virtual inspirado no panóptico de Jeremy Bentham, um projeto de penitenciária cuja arquitetura possui o formato de um círculo, que permite ao vigilante, localizado no centro da estrutura, acesso visual a todas as celas do presídio. Tal espaço, projetado pelo grupo, agrega não só imagens internas de janelas de origens distintas, como também suas respectivas vistas. Estas fotografias, tiradas pelos próprios artistas e pelo público, levantam questões a partir deste objeto no atual contexto gerado pela pandemia da COVID-19. Neste momento de isolamento social, o espaço da casa tornou-se, para muitos, o palco central das atividades diárias. As paredes que estruturam nossos lares delimita...

Matéria em Clik Museus

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  Click Museus fez uma matéria top, sobre mim. Confira na integra em https://clickmuseus.com.br/conheca-a-artista-vivien-zanlorenzi/  

Ciclos da Vida em Cuenta Artes - Mexico

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  Ciclos da Vida Este livro da artista nasceu de uma inquietação profunda, uma necessidade de traduzir em forma e cor aquilo que não cabe em palavras. Ciclos da Vida é o resultado de um mergulho íntimo nos ritmos que me atravessam: nascimento, perda, transformação, renascimento. Cada obra é um fragmento de mim, uma tentativa de capturar o que escapa, o que pulsa, o que insiste em retornar. Os círculos que aparecem nas telas não são apenas formas geométricas, são pulsações. Representam o ciclo vital, o tempo que gira, que escorre, que se repete. Às vezes são úteros, às vezes feridas, às vezes só silêncio. Os gotejamentos verticais que descem dessas formas são como lágrimas ou raízes: vestígios do que foi e prenúncios do que virá. Pintá-los foi como deixar que o tempo escorresse por mim. As inscrições cursivas, quase sempre ilegíveis, são memórias fragmentadas. São pensamentos que não consegui organizar, frases que me escaparam, vozes que ouvi e não compreendi. Elas estão ali como ru...