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Exposição pós covid - E Agora José? - 2021

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  Ressureicion 40X60 acrílica aquarelada - 2020 Em 2021 participei da exposição “E Agora José?” , realizada no Espaço de Arte Francis Bacon, em Curitiba. Foi uma mostra coletiva que reuniu cerca de 30 obras e trouxe uma reflexão sobre o período da pandemia da Covid-19 — um tempo de perdas, medos e questionamentos que mexeu com todos nós. Junto de artistas como André Dias, Andréa Bertoletti, Carla Nardes, Deise Dias, Elaine Santos e Lisa Panont, explorei o universo abstrato para traduzir sentimentos vividos nesse momento tão delicado. A proposta da exposição foi justamente dar voz às inquietações e, ao mesmo tempo, ressignificar experiências por meio da arte. Como destacou a curadora Deise Dias: “Não sabemos as respostas, mas podemos, através dos nossos olhares, traduzir um pouco destes anseios... podemos ser velozes propagadores de amor, solidariedade, empatia e altruísmo” . Participar dessa mostra foi especial porque reforça o papel da arte como espaço de encontro, cura e reflexã...

Catálogo MAC/PR

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 Meu nome e obra ao lado de tão talentosos artistas no Catálogo Geral de MAC - Curitiba/Pr Orgulho de mim mesma. Rssssss Confira em :  https://www.mac.pr.gov.br/sites/mac/arquivos_restritos/files/documento/2022-06/catalogo_geral_acervo_mac_1.pdf

Revista Desvio - Rio de Janeiro

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  Há algum tempo tive a alegria de ver meu artigo publicado na revista Desvio , edição 21, na página 43 . O texto se chama “Como montar exposições de arte com acessibilidade e eficiência no orçamento” e nasceu da minha experiência de mais de 20 anos junto à Fundação Cultural de Curitiba, promovendo cursos e exposições. No artigo, compartilho reflexões práticas sobre como realizar exposições de arte mesmo com recursos limitados, sem abrir mão da qualidade e da inclusão. Falo sobre expografia, escolha de espaço, público-alvo, acessibilidade e até sobre a viabilidade de exposições virtuais. Como escrevi: “O propósito deste artigo foi elucidar e facilitar a criação de uma exposição de arte acessível, utilizando abordagens do tipo faça você mesmo, maximizando recursos limitados” . Essa publicação mostra que minha atuação não se limita ao campo artístico: também mergulho na pesquisa, buscando conexões e reflexões que ampliam o diálogo entre prática e teoria. Sou artista, sim, mas també...

Sou visto enquanto vejo onde não estou - 2020/2021

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  Em  2020 - 2021 - Participei do projeto  coletivo do Grupo Em-cadeia Sou visto enquanto vejo onde não estou Uma série de janelas posicionadas próximas umas às outras, formando uma estrutura circular, é o que compõe a presente proposta desenvolvida pelo grupo Em-cadeia. Trata-se de um ambiente virtual inspirado no panóptico de Jeremy Bentham, um projeto de penitenciária cuja arquitetura possui o formato de um círculo, que permite ao vigilante, localizado no centro da estrutura, acesso visual a todas as celas do presídio. Tal espaço, projetado pelo grupo, agrega não só imagens internas de janelas de origens distintas, como também suas respectivas vistas. Estas fotografias, tiradas pelos próprios artistas e pelo público, levantam questões a partir deste objeto no atual contexto gerado pela pandemia da COVID-19. Neste momento de isolamento social, o espaço da casa tornou-se, para muitos, o palco central das atividades diárias. As paredes que estruturam nossos lares delimita...

Matéria em Clik Museus

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  Click Museus fez uma matéria top, sobre mim. Confira na integra em https://clickmuseus.com.br/conheca-a-artista-vivien-zanlorenzi/  

Ciclos da Vida em Cuenta Artes - Mexico

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  Ciclos da Vida Este livro da artista nasceu de uma inquietação profunda, uma necessidade de traduzir em forma e cor aquilo que não cabe em palavras. Ciclos da Vida é o resultado de um mergulho íntimo nos ritmos que me atravessam: nascimento, perda, transformação, renascimento. Cada obra é um fragmento de mim, uma tentativa de capturar o que escapa, o que pulsa, o que insiste em retornar. Os círculos que aparecem nas telas não são apenas formas geométricas, são pulsações. Representam o ciclo vital, o tempo que gira, que escorre, que se repete. Às vezes são úteros, às vezes feridas, às vezes só silêncio. Os gotejamentos verticais que descem dessas formas são como lágrimas ou raízes: vestígios do que foi e prenúncios do que virá. Pintá-los foi como deixar que o tempo escorresse por mim. As inscrições cursivas, quase sempre ilegíveis, são memórias fragmentadas. São pensamentos que não consegui organizar, frases que me escaparam, vozes que ouvi e não compreendi. Elas estão ali como ru...

Marcas do Tempo, uma exposição realmente marcante!

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Vocês sabem como é ter amigos que topam suas loucuras? Pois é! Eu tenho 7! Somos o grupo "A Infinita Arte" e convido você leitor a passer pelas nossas obras no site do grupo:  https://www.ainfinitaarte.com.br/ Nos formamos juntos, nos distanciamos e nos reencontramos, com sentimentos de carinho, amizade e amor a arte, seguimos transformando nossas vidas e a vida dos outros com nossas artes. 

Exposição "Marcas do Tempo"

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Um caos criativo chamado exposição Pra variar, consegui deixar todos os meus amigos em desespero quando contei que participei de um edital e envolvi todos e fomos selecionados para realizar uma exposição em Campo Largo. " Marcas do Tempo", uma exposição comemorativa de 30 anos de formados, três décadas de amizade com muita arte.  A notícia caiu como uma bomba, no melhor sentido possível. Adoro ver todos fervilhando. Primeiro, aquele silêncio de surpresa. Depois, uma enxurrada de mensagens, ideias, palpites e, claro, aquele desespero coletivo que só acontece quando algo grande está prestes a nascer. Organizar uma exposição não é tarefa simples: envolve planejamento, logística, criatividade e, principalmente, coragem. Mas é justamente nesse caos criativo que eu me sinto viva. Cada conversa, cada dúvida e cada risada compartilhada com meus amigos se transformam em combustível para seguirmos em frente. E é claro que a vernissagem teria que ser arrasadora. E foi!!! Sucesso tot...

Participação no livro Sobre Gentes em 2020

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 Tive a honra e o prazer de fazer parte de um livro tão rico de diversidade cultural como "Sobre Gentes".   Confira no link: https://curitibadegraca.com.br/curitibana-e-retratada-em-livro-sobre-artistas-brasileiros/
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Minha participação na exposição resultante da residencia artística da Airez, sob curadoria de Guilherme Zawa. A exposição aconteceu na Micro Galeria em Buenos Aires no mês de março de 2026.  "No meio do caminho tinha um caminho"   Livro da artista e painel. Artografia dos afetos. Os dois trabalhos feitos com café e tinta aquarelados. Com bordados com fio de algodão e folhas de ouro. As inscrições inelegíveis feitas com canetas especiais de tecido Fachada da Micro Galeria - Buenos Aires - Argentina Artista e obra Visto de fora da galeria  
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 Um pouquinho sobre o processo criativo de "Artografia dos Afetos". Meu processo criativo é orientado pela escuta e pela observação sensível do meu próprio cotidiano. A matéria da arte, para mim, está nas relações, nas memórias, nos gestos e nas camadas que compõem o tempo vivido. Pinto como quem costura afetos, como quem tenta traduzir o invisível em cor e forma. Cada tela é um espaço de encontro; entre mim, o mundo e quem a observa. A arte, no meu entendimento, é uma linguagem de resistência e de revelação. Ela nos permite dizer o que não cabe em palavras, acessar o que está silenciado, e imaginar o que ainda não existe. No mundo, a arte tem o papel de abrir frestas: para o sensível, para o diverso, para o humano. Ela não resolve, transforma. Não explica, toca.   E é nesse movimento de abertura que ela nos convida a ver com outros olhos.
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  O trabalho atual de Vivien Zanlorenzi  @artevivienzanlorenzi  , "Artografia dos Afetos", é como um mapa de sentimentos que reúne experiências e emoções de toda uma vida. Nele, busca costurar memórias, gestos e afetos em suportes que dialogam entre si: papel e tecido. Essa união se torna um espaço de encontro, onde a escrita, o traço e a aquarela se entrelaçam às camadas de cor e textura. Em ambos os suportes aplicou folhas de ouro, que funcionam como pontos de luz e respiro, intensificando a dimensão simbólica da obra. Além disso, bordou palavras como saudade e fé, entre outras ligadas aos sentimentos, criando uma tessitura poética que atravessa o trabalho. O livro foi realizado em português e o tecido em espanhol, refletindo as duas línguas dos países onde a obra será exposta. Ao unir papel, tecido, ouro e palavra, Vivien constrói uma cartografia íntima que convida o olhar a percorrer caminhos de afeto e resistência. ️   Guilherme Zawa

Hoje Ontem

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Mãos me fascinam enormemente, acredito que nelas estão toda a história da vida de uma pessoa. Quando olho para as mãos de alguém, principalmente idosos, imagino pelo o que aquelas mãos passaram o que faziam para viver, são vivencias e cicatrizes que não só a alma carrega, mas sim, em especial as mãos. As fotos foram feitas em julho de 1999, um trabalho que estava a espera de um porque, o momento chegou, a passagem para a cianotipia foi feita em 2021. Uma lembrança e homenagem ao hoje e ontem. Ontem agora  Aranha rendeira  tece de novo o nhanduti do sonho  com o mesmo fio de outrora.  A alma se enreda  na teia sutil  de ontem agora.  Helena Kolody  Hoje Ontem  Hoje é o futuro de Ontem  Amanhã é o Ontem de Hoje  Como nossas mãos carregam tantas cicatrizes   Tantas histórias, tantas indas e vindas por lugares,  Corpos e objetos.  Observe-as, e irá sentir o Hoje Ontem das pessoas.  Vivien Zanlorenzi

Ressurection — Arte como testemunho do renascimento coletivo

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Criada logo após a pandemia, Ressurection não é apenas uma obra visual, é um manifesto silencioso, uma elegia à sobrevivência e à esperança. A mão que emerge das águas turbulentas carrega o peso de milhões de outras que também lutaram para respirar, para se reerguer, para reencontrar o céu depois de tanto tempo submersas. A exposição que acolheu essa obra tornou-se palco de memórias compartilhadas. Cada traço, cada respingo de cor, ecoa o trauma e a força de um tempo em que o mundo parou, mas o espírito humano não se rendeu. A água, símbolo de purificação e de perigo, envolve o braço como se tentasse retê-lo, mas é vencida pela vontade de ascender. O céu, em tons suaves, representa o futuro que se abre: incerto, mas possível. Ressurection é, portanto, um rito de passagem. Um lembrete de que, mesmo nos dias mais sombrios, há beleza na persistência. Que a arte pode ser cura, e que o gesto de levantar a mão, seja para pedir ajuda, seja para tocar o infinito, é sempre um ato de fé.

Livro da Artista "Ciclos da Vida"

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 A Vida e a Morte caminham lado a lado desde o instante em que os pulmões se abrem ao primeiro sopro de ar. Nesta série, busco revelar o limiar delicado entre esses dois estados, o nascimento e o fim, e a extrema fragilidade que os separa. Cada página é uma reflexão sobre esse instante de transição, onde a existência se mostra efêmera e preciosa. O livro-obra torna-se metáfora desse sopro inicial, ao mesmo tempo promessa e despedida, luz e sombra. Técnica: Livro da artista Materiais: tinta acrílica sobre papel envelhecido com chá, aplicação de folhas de ouro Medidas: 16,5 x 24 cm fechado; 33 x 24 cm aberto Ano: 2023